Controlo biológico (investigação)
Têm sido estudadas estirpes de Pseudomonas fluorescens, Pantoea agglomerans, Erwinia
tasmaniensis, Bacillus subtilis e Rhanella aquatilis, entre outras, com atividade
competitiva na colonização dos estigmas das flores — antes de a bactéria patogénica se instalar — e produção
de antibióticos naturais por algumas destas estirpes. A eficácia depende do estado fenológico e da temperatura.
Controlo químico
A pulverização com produtos cúpricos, de preferência à queda da folha, após a poda e antes do abrolhamento,
confere uma proteção preventiva variável. Existem produtos autorizados para o combate ao Fogo Bacteriano —
a lista atualizada deve ser consultada junto da DGAV.
A utilização de antibióticos não é permitida pela legislação (por exemplo, estreptomicina ou
kasugamicina).
Modelos de previsão
A implementação de sistemas de avisos apoiados em modelos previsionais — de sucesso variável — pode contribuir
para uma utilização mais adequada de alguns produtos químicos, e maior eficácia no controlo da doença.
MARYBLYT (Steiner, 1990)
Soma do número de horas com temperatura superior a 18,3ºC, a partir do estado fenológico de botão rosa, até um nível cumulativo crítico de 110 horas.
COUGARBLIGHT (Smith, 1990)
Soma do número de horas com temperatura superior a 15,5ºC, para um grupo de quatro dias contíguos.