ANÁLISE DA CAMPANHA DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO NO NORTE DE PORTUGAL 2024
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A produção de kiwi em Portugal tem registado um crescimento sustentado nas últimas décadas, com particular expressão na região Norte (nomeadamente em territórios como o Entre Douro e Minho e Douro Litoral) com um perfil de exportador relevante. A cultura tem vindo a afirmar-se como uma fileira estruturada, com crescente profissionalização apresentando um sucesso económico de relevo. Na campanha de 2024 a fileira manteve uma relevância estratégica para o sector frutícola no Norte de Portugal. Este relatório pretende analisar a campanha de 2024 para a produção e comercialização de kiwi no Norte de Portugal.
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ANÁLISE DA CAMPANHA DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO da PRODUÇÃO ANIMAL NO NORTE DE PORTUGAL 2024
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O consumidor procura cada vez mais produtos locais, uma produção responsável com rastreabilidade e transparência o que abre espaço à venda direta, circuitos curtos, e ao crescimento de lojas de produtores, facilitando uma maior valorização económica da produção. Em suma as perspetivas para a produção animal no Norte de Portugal são globalmente positivas, desde que o setor consiga equilibrar tradição e inovação. A aposta em sustentabilidade, tecnologia, valorização de produtos regionais e adaptação às novas exigências ambientais e sanitárias será determinante para garantir a competitividade e o futuro da atividade pecuária na região.
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CEREJA - ANÁLISE DA CAMPANHA 2025
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De acordo com os dados do Recenseamento Agrícola de 20191, a cultura da cereja ocupa, na
Região Norte, uma área próxima dos 3100 hectares, dos quais cerca de 2/3 se localizam em Trásos-
Montes.
Embora presente um pouco por toda a região, informação atualizada resultante do Quadro de
Produção Vegetal de 2024 (QPV24), diz-nos que a maioria dessa área está distribuída por três
zonas disMntas, representando áreas de mercado com caracterísMcas muito parMculares –
Resende com 928 hectares, Douro Sul (concelhos de Armamar, Lamego, Tabuaço e Tarouca) com
690 hectares e Alfândega da Fé (concelhos de Alfândega, Macedo de Cavaleiros, Mirandela e
Vila Flor) com 624 hectares.
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MAÇA - ANÁLISE DA CAMPANHA DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO 2024/2025
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A generalidade da maçã é comercializada durante todo o ano, encontrando-se conservada em câmaras de frio não raras vezes até receberem a produção do ano seguinte. Nessa medida, os dados aqui apresentados referem-se à produção obtida em 2024 e comercializada entre novembro de 2024 e setembro de 2025.
A área de mercado do Douro Sul enquadra-se numa área de produção mais extensa, que atravessa os limites da CCDR-Norte para Sul e que está classificada como Indicação Geográfica Protegida (IGP) da Maçã da Beira Alta.
Esta IGP existe desde junho de 1996 e ao nível da Beira Douro e Távora abrange todas as freguesias dos concelhos de Armamar, Lamego, Moimenta da Beira, Penedono, Sernancelhe, Tabuaço e Tarouca.
A produção de maçã nesta região ocupa uma área total de aproximadamente 4000 hectares, distribuídos pelos concelhos enumerados, sendo este o setor onde trabalha a maioria da população ativa.
Trata-se de uma cultura perfeitamente adaptada às condições edafoclimáticas da região, beneficiando dos solos graníticos e permeáveis, situados entre os 500 e os 800 metros de altitude, do clima frio e húmido durante o inverno e da disponibilidade hídrica.
Um pouco por todo o lado encontramos as inúmeras unidades de armazenamento/conservação da maçã, que consistem em armazéns com câmaras de frio - com temperatura e (por vezes) atmosfera controlada.
O concelho de Armamar, em particular, é conhecido como a “Capital da Maçã de Montanha” (ou “de Altitude”), sendo uma das principais zonas de produção em Portugal e cuja qualidade da maçã tem reconhecimento nos mercados interno e externo.
A área de mercado do Douro Sul enquadra-se numa área de produção mais extensa, que atravessa os limites da CCDR-Norte para Sul e que está clas...
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MAÇA - ANÁLISE DA CAMPANHA 2023/2024
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A maçã no Douro Sul é produzida ao abrigo da classificação de Indicação Geográfica Protegida da Maçã da Beira Alta (IGP desde junho de 1996), que ao nível da Beira Douro e Távora abrange todas as freguesias dos concelhos de Armamar, Lamego, Moimenta da Beira, Penedono, Sernancelhe, Tabuaço e Tarouca.
Os pomares aí existentes ocupam uma área total superior a 4 mil hectares, assumindo-se como a principal atividade agrícola da região, ocupando a maior parte da população ativa.
Esta cultura está perfeitamente adaptada às condições edafoclimáticas da região, beneficiando dos solos graníticos e permeáveis situados entre os 500 e os 800 metros de altitude, do clima frio e húmido durante o inverno e da disponibilidade hídrica.
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CEREJA - ANÁLISE DA CAMPANHA 2024
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Embora a cereja seja um produto cultivado transversalmente um pouco por toda a região
transmontana, considera-se que a principal zona de produção de cereja no Douro Sul
está centrada nos concelhos de Armamar, Lamego, Resende e Tarouca, com uma área
total próxima dos 1600 hectares.
No concelho de Resende, podemos classificar a cultura como fileira estratégica, dada
a importância que assume no desenvolvimento dessa região, sendo o produto agrícola
que mais contribui para a sustentabilidade económica de um concelho onde existem
poucas alternativas laborais e económicas. Nos restantes concelhos do Douro Sul, onde
a vinha, a maçã e a castanha representam as principais bases da economia agrícola, o
setor da cereja pode ainda assim ser classificado como fileira relevante, dada a
importância socioeconómica para esses concelhos e para uma parte importante da
população aí residente.
A diversificação das culturas na região contribui para a manutenção de alguma mão de
obra nas explorações agrícolas ao longo de todo o ano, minimizando os picos de
trabalho associados a culturas permanentes como a vinha e as pomóideas
(predominantes no Douro Sul), permitindo ainda – dada a sua sazonalidade e dificuldade
de conservação – um bom retorno económico aos produtores envolvidos nesta
atividade.
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CASTANHA - ANÁLISE DA CAMPANHA 2024
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Portugal apresenta-se como um dos principais produtores de castanha da Europa,
sendo na região Norte de Portugal (em particular em Trás-os-Montes) que se concentra
a maior área de soutos do nosso país. Segundo dados do Recenseamento Agrícola
(RA) de 2019, a castanha ocupa aqui uma área de aproximadamente 44 000 hectares,
tendo ocorrido um incremento de área superior a 50% num período de 10 anos, se
compararmos com os dados do RA de 2009.
Dada a boa adaptabilidade do castanheiro às condições edafoclimáticas da região
transmontana, a cultura está muito bem disseminada e o seu consumo está bem
enraizado nos hábitos culturais e gastronómicos da população local/nacional.
Face à importância que representa para a economia, o setor da castanha é considerado
uma fileira estratégica, tanto a nível nacional como nas respetivas regiões de
produção, agregando a capacidade de garantir trabalho em zonas desfavorecidas e de
prover um rendimento interessante aos agentes económicos envolvidos, compatível
com outras atividades (agrícolas, florestais, turísticas ou de outro tipo).
A produção de castanha é uma prática tradicional, que permite a manutenção de
terrenos agrícolas em boas condições, limitando a incidência dos incêndios florestais.
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ANIMAIS - ANÁLISE DA CAMPANHA DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO 2023
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Esta análise de campanha do SIMA (sistema de informação dos mercados agrícolas) é relativa ao ano de 2023.
A estrutura da informação do SIMA divide-se em 4 secções, mercados de produção, mercados abastecedores, produtos biológicos e lacticínios.
No caso da produção animal apenas existe informação disponibilizada na secção dos mercados abastecedores. A secção de lacticínios disponibiliza informação dos preços mensais apenas a nível nacional para o “leite à produção”, “leite bio à produção”, “leite embalado” e “queijo” e, semanalmente para o “leite em pó” e “manteiga”. A secção de produtos biológicos apenas disponibiliza a evolução dos preços para três produtos: framboesas, mirtilos e morangos. A secção dos mercados abastecedores disponibiliza preços para quatro tipos de produtos: frutos frescos, frutos secos e secados, hortícolas e flores e folhagens de corte.
A informação da produção animal dos mercados de produção é disponibilizada por setor (espécie animal), por espécie (categoria animal), região, mercado e por um período (semanas) que pode ser definido pelo utente.
Os preços são sempre disponibilizados para o valor mínimo, valor máximo e o valor mais frequente (a moda) para cada intervalo de tempo considerado, regra geral uma semana.
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AZEITE - ANÁLISE DA CAMPANHA DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO 2018/19
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A colheita da azeitona para azeite registou neste ano um atraso significativo em várias das zonas de produção. O estado de maturação muitas vezes não era o mais adequado, ocorrendo algumas situações em que a azeitona não caía com facilidade e os primeiros lotes de azeite obtidos apresentaram rendimentos muito baixos.
Os fatores mencionados anteriormente levaram a que muitos produtores retardassem mais um pouco a colheita, esperando por condições mais favoráveis.
Os lotes que entraram posteriormente nos lagares já apresentaram um melhor rendimento de azeite, no entanto, tudo apontava para que o rendimento médio final ficasse abaixo do obtido no ano anterior, o que, conjugado com o valor estimado para a produção de azeitona para azeite (próximo do obtido no ano anterior), contribuiu para uma redução na produção global de azeite.
Em algumas zonas de produção e em determinadas variedades, observou-se uma certa quantidade de azeitona picada pela mosca mas, em termos gerais, o azeite apresentou-se dentro dos parâmetros de normalidade. (In: Breve Caraterização do Ano Agrícola de 2017/2018 - A evolução verificada em algumas culturas e situações. DRAP Norte, Divisão de Planeamento, Ajudas e Estatística, 19Pp.).
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BATATA - ANÁLISE DA CAMPANHA DE PRODUÇÃO 20217/2018
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O sistema de produção existente na região de Trás-os-Montes é o tradicional, estimando-se que o sequeiro abranja cerca de 20% da área da cultura e o regadio cerca de 80%.
No caso da batata de sequeiro, obteve-se, por vezes, um produto de menor calibre. As dificuldades verificadas na fase inicial do ciclo cultural (exemplo: excesso de humidade nos solos), assim como os aspetos de ordem fitossanitária (míldio), afetaram a cultura, estimando-se uma quebra na produção global, relativamente ao ano anterior.
A batata de regadio apresentou resultados díspares de zona para zona. Assim, em algumas zonas apareceram menos batatas por planta, mas com bons calibres e de boa qualidade, enquanto noutras apresentou-se com menor calibre.
Nas duas condições (sequeiro e regadio), a diminuição das áreas também contribuíram para a menor produção global, relativamente ao ano anterior.
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